Dieta para gastrite

Uma das queixas mais comuns no consultório médico é a “dor de estômago”, que a comunidade médica chama de dor epigástrica ou epigástrica. A “queimação” do estômago ou azia também é acompanhada por uma série de queixas que podem indicar um problema do trato digestivo.

A abordagem médica original visava entender melhor se os sintomas mencionados são realmente causados ​​por problemas estomacais ou se podem ser causados ​​por alterações em outros órgãos relacionados (como o fígado ou o pâncreas), o que pode ser confuso. Diagnóstico mais preciso. Uma vez que se suspeite que o estômago é o órgão que causa os sintomas, exames adicionais podem ser necessários para confirmar o diagnóstico, e o médico assistente pode decidir se é necessário.

A gastrite (inflamação da mucosa gástrica) pode ser causada por uma variedade de razões, conforme descrito abaixo:

Colonização bacteriana (Helicobacter pylori). – Uso prolongado de medicamentos que atacam a mucosa gástrica (antiinflamatórios, ácido acetilsalicílico) – Aumento da secreção de ácido gástrico devido ao estresse (gastrite “neuropática”) -Intolerância a alguns alimentos irritantes na mucosa gástrica (individual).

No tratamento de pacientes com gastrite, além de medicamentos específicos, os problemas alimentares também são muito importantes, o que muitas vezes é decisivo para a melhora do quadro clínico.

Cuidados básicos para se alimentar

Em primeiro lugar, é importante evitar demorar muito entre as refeições, pois para alguns pacientes com predisposição genética, o contato direto do suco gástrico ácido com as células da mucosa gástrica pode causar irritação local e causar gastrite. Isso não acontece quando o alimento atua como uma barreira física entre o ácido clorídrico produzido pelo estômago e sua mucosa no estômago. A não alimentação prolongada também pode agravar a azia. O ideal é comer a cada 3 horas.

As pessoas com gastrite devem ser incentivadas a desenvolver alguns hábitos, como dividir os alimentos em pequenas porções, evitar refeições “pesadas”, comer muito, ser fácil de mastigar e digerir em baixa temperatura (alimentos leves) para ajudar a melhorar a gastrite. Fotos clínicas.

Alimentos que devem ser evitados

Alimentos com mais gordura geralmente exigem digestão mais forte e exigem que o estômago produza mais sucos digestivos, pois é muito ácido e pode agravar a gastrite, como frituras, carnes gordurosas, manteiga, chocolate e queijo gordo (amarelo), biscoitos amanteigados, croissants e salsichas como bacon, salame, fiambre gordo, salsicha e bolonha.

Alguns temperos e condimentos fortes também podem causar desconforto aos pacientes com gastrite, como pimenta, noz-moscada, vinagre, mostarda, cravo e pimenta em pó. É melhor evitá-los, especialmente nos estágios iniciais do tratamento.

Alguns pacientes (mas não todos) relatam que o uso de frutas mais ácidas (como os cítricos) pode piorar a gastrite: limão, abacaxi, maracujá, laranja, acerola, laranja e morango.

No início do tratamento, é prudente evitá-los. Alimentos enlatados, como kimchi, alimentos enlatados, tomates e seus subprodutos, como molhos e extratos, também são descritos como mal tolerados pelos pacientes e, do ponto de vista alimentar, a ingestão é desencorajada.

3 Comentários
  1. Dieta Laxativa

    […] problema, estilo de vida sedentário, nível de atividade física baixo ou apenas devido a um baixo dieta de […]

  2. Dieta FODMAP

    […] nome da dieta contém siglas em inglês com as iniciais de carboidratos altamente fermentados: oligossacarídeos (trigo, centeio, várias frutas, vegetais e […]

  3. Léia Diz

    Oque o paciente deveria comer

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